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Presidente da República João Lourenço na Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque

Governo 07-05-2026
País vai acolher uma cimeira sobre os conflitos em África

A capital do país vai acolher, em Agosto deste ano, uma cimeira sobre os conflitos em África, promovida pela União Africana (UA), anunciou quarta-feira, em Luanda, o Presidente da República.

O evento, avançou o estadista angolano, vai analisar os conflitos no continente, cujo foco principal, tal como sublinhou, vai centrar-se na questão da paz como um bem precioso e indeclinável para o bem-estar dos povos e o desenvolvimento económico de África.

João Lourenço fez saber que o continente africano continua a registar um recrudescimento da tensão e dos conflitos, tendo apontado como exemplos a "grave" situação que se verifica no Mali e na Região do Sahel, no Sudão, na República Democrática do Congo e em alguns outros pontos, "em que parece não haver um fim à vista para as guerras que aí se desenrolam".

O Chefe de Estado disse que África não é uma excepção em matéria de instabilidade e insegurança, se se olhar para o mundo de hoje, que disse estar cada vez mais perigoso, "muito especialmente para o conflito que opõe a Rússia à Ucrânia, o do Médio Oriente, onde paira uma grande ameaça à paz e à segurança mundiais e à economia mundial, o que acarreta consigo uma grande imprevisibilidade quanto ao futuro imediato do nosso Planeta".

As consequências que dela derivam, salientou o Presidente João Lourenço, atingem já todos os países do Planeta, em consequência da crise energética e da escassez de vários bens, que afectam a segurança alimentar e a economia mundial em geral. Em presença deste quadro "assustador", João Lourenço ressaltou que todos os esforços de mediação, na busca de soluções definitivas para o conflito no Golfo Pérsico e o desbloqueio incondicional do Estreito de Ormuz, para toda a navegação marítima internacional, devem ser "fortemente" encorajados.

Para o Presidente da República, não haverá desenvolvimento em África se não se trabalhar, de forma coordenada e em conjugação de esforços, para se garantir a paz, a estabilidade e a segurança. "Considero que o primeiro passo nesse sentido deve ser dado ao nível interno de cada um dos países africanos, para reinar a estabilidade, a convivência salutar entre as diferentes sensibilidades políticas nacionais e um consenso bastante aceitável em torno dos grandes desafios do desenvolvimento, da defesa dos direitos humanos e das liberdades democráticas", aclarou.

João Lourenço destacou, a propósito, o papel de Angola e do Gabão na contribuição da segurança, estabilidade e ao desenvolvimento da região e do continente, facto que disse estar a ser levado por diante, no âmbito da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) e da Comissão do Golfo da Guiné.

https://www.jornaldeangola.ao/noticias/1/política/675579/país-vai-acolher-uma-cimeira-sobre-os-conflitos-em-áfrica

Fonte: Jornal de Angola
Governo 05-05-2026
EMBAIXADA DA REPÚBLICA DE ANGOLA NA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO

NOTA DE IMPRENSA

Documentário sobre a música angolana assinala as Jornadas da Língua Portuguesa em Kinshasa

A Embaixada da República de Angola na República Democrática do Congo, em parceria com as representações diplomáticas de Portugal e do Brasil, assinalou as Jornadas do Dia Internacional da Língua Portuguesa com a exibição da curta-metragem documental “Música de Intervenção Política Angolana”. A cerimónia teve lugar nesta terça-feira, 5 de Maio, no Centre Wallonie-Bruxelles, em Kinshasa, contribuindo para o fortalecimento dos laços culturais no espaço lusófono.

Da autoria do realizador e jornalista Francisco Pedro Keth, o documentário, com a duração de 13 minutos e produzido em 2020, é apresentado em língua portuguesa, com legendas em francês. A obra propõe uma abordagem histórico-cultural da luta clandestina de carácter político e artístico protagonizada por músicos angolanos durante o período colonial. Destacam-se, nesse contexto, os testemunhos dos cantores e compositores Elias Dia Kimuezu e Tonito Fortunato, cujas criações musicais desempenharam um papel determinante no despertar da consciência identitária e cultural do povo angolano.

O filme evidencia, igualmente, o papel crucial da República Democrática do Congo no desenvolvimento da luta clandestina angolana, conduzida por militantes do MPLA, bem como as interações solidárias estabelecidas entre angolanos e nacionalistas de outros países africanos de língua oficial portuguesa, designadamente Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Constitui, assim, uma síntese representativa do contributo dos artistas angolanos — em particular da geração de 1940 — que, através da música, preservaram e projectaram os ideais que conduziram à Independência Nacional, proclamada a 11 de Novembro de 1975. A narrativa é enriquecida com o depoimento do historiador e antropólogo Filipe Vidal.

Na sua intervenção, proferida perante diplomatas, académicos e membros da comunidade, o Embaixador de Angola na RDC, Miguel da Costa, sublinhou que a língua portuguesa se afirma, na contemporaneidade, como um instrumento privilegiado de coesão e diálogo entre povos.

Na qualidade de decano dos Embaixadores dos Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) acreditados na RDC, o diplomata destacou ainda que o reforço da presença internacional da língua portuguesa poderá traduzir-se em ganhos significativos nos domínios político, cultural e estratégico para os países que integram esta comunidade.

A mostra cinematográfica integrou, igualmente, as exibições das obras “Sara” (2025, São Tomé e Príncipe), “Como Fernando Pessoa salvou Portugal” (2017, Portugal) e “Afro – Das Origens aos Destinos” (2024, Brasil), com durações de 15, 26 e 25 minutos, respetivamente.

O evento constituiu também uma ocasião para a divulgação da mensagem da Secretária Executiva da CPLP, Fátima Jardim, que destacou o papel global da língua portuguesa enquanto elo de ligação entre nações de diferentes continentes, unidas por uma história, cultura e valores partilhados.

O Dia Mundial da Língua Portuguesa celebra-se anualmente a 5 de Maio, tendo sido comemorado pela primeira vez em 2020, na sequência da sua proclamação pela UNESCO, em Novembro de 2019.

Serviços de Comunicação Institucional e
Imprensa da Embaixada de Angola na RDC
Kinshasa, 5 de Maio de 2026

Fonte: Sem fonte
Governo 05-05-2026
PRESIDENTE DA REPÚBLICA INAUGURA CENTRAL SOLAR DO LUAU

Presidente da República, João Lourenço, inaugurou ontem, 04 de Maio de 2026, a Central Fotovoltaica do Luau, na província do Moxico Leste.

João Lourenço fez-se acompanhar pela Primeira Dama da República, Ana Dias Lourenço, e por altos responsáveis de distintos órgãos do Estado. A receber o Chefe de Estado, estiveram o Governador Provincial do Moxico Leste, Crispiniano dos Santos, ladeado pelo Ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, que prestou os esclarecimentos técnicos sobre o projecto inaugurado, bem como sobre outros projectos eléctricos em carteira em Angola.

A Central que é operada pela PRODEL, tem uma capacidade instalada de 32 MWp, 79 MWh de armazenamento em baterias de iões de lítio, conta com mais de 54 mil painéis, beneficiará cerca de 94 mil habitantes, levará a electricidade à 20.573 residências, permitirá a redução anual do consumo de 17,9 milhões de litros de combustível, o que resultará numa poupança de mas de 7 mil milhões de Kwanzas por ano e ainda deixará de ser emitido para a atmosfera 47.800 toneladas de CO2 todos os anos.

Este empreendimento faz parte do projecto Solar 2, que comporta a construção de centrais fotovoltaicas em 60 localidades das províncias de Malange, Lunda Norte, Lunda Sul, Bié e Moxico Leste.

Na ocasião, o Presidente da República, João Lourenço, ao falar para a imprensa, destacou a importância do reforço do fornecimento de electricidade às localidades, sublinhando o papel do Executivo na criação de melhores condições de vida às populações. Falou ainda sobre os ganhos socio-económicos que os projectos de energia limpa trazem ao país, como a redução dos custos de operação, do consumo de combustível e da emissão de gases para a atmosfera. Apelou aos cidadãos beneficiários que tenham civismo e se aposte na educação de todos para que cuidem e protejam esse bem e não os destruam, pois é fruto de elevado investimento e de muito trabalho que produziu um ganho que veio para ficar e contribuir para o desenvolvimento do país.

Fonte: Sem fonte

rdc.mirex.gov.ao Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Angola na R.D.C

Miguel da Costa



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